João Roma defende unidade da oposição na Bahia e reafirma aposta em Flávio Bolsonaro para 2026
O ex-ministro da Cidadania João Roma (PL) afirmou que a construção de um projeto competitivo na Bahia passa, necessariamente, pela união das forças de oposição e pelo diálogo entre lideranças. Ao participar da programação da Lavagem do Bonfim, Roma defendeu que a oposição busque uma composição forte e unificada para enfrentar o grupo governista no estado.
“Eu não acredito em projetos fracionados. Acredito em um bloco que possa vencer as eleições. O fundamental é mostrar aos baianos a importância de transformar o estado”, disse.
Na avaliação do pré-candidato, após duas décadas de gestões do PT, a Bahia ficou para trás e não conseguiu melhorar de forma consistente a vida da população. “É a partir disso que precisamos marchar em bloco, formar um time que traduza para a população que existe um caminho melhor para o estado e que isso terá impacto real na vida dos baianos”, afirmou.
Roma disse que esse entendimento o motiva ainda mais a dialogar com ACM Neto e outras lideranças partidárias, com o objetivo de construir uma aliança capaz de vencer as eleições estaduais. “Uma campanha vitoriosa na Bahia precisa ser feita com um time unido, que cruze junto a linha da vitória”, declarou.
No plano nacional, o ex-ministro avaliou como positiva a movimentação de diferentes nomes do centro e da direita para a disputa presidencial de 2026, citando governadores e lideranças que vêm sendo colocados no debate público. Para ele, esse cenário fortalece o campo oposicionista e amplia as opções para o eleitor.
Roma afirmou acreditar que Flávio Bolsonaro vá se consolidar como principal nome do campo de oposição ao governo federal. “Pelo perfil agregador, pelo discurso mais leve e pela articulação política, acredito que Flávio vai despontar como contraponto ao PT”, afirmou.
Roma também comentou dados recentes de pesquisas que indicariam queda na rejeição ao senador. Segundo ele, à medida que o eleitorado passa a conhecer Flávio Bolsonaro para além do sobrenome, a tendência é de redução da resistência. “Ele tem capacidade de agregar e apresentar uma perspectiva melhor para o futuro do Brasil”, concluiu.
Fonte: Bahia Sem Fronteiras
Foto: Reprodução

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