Plano de Roma de sair ao Senado pode ruir se Roberta for escolhida vice de Flávio

 




Primeiro nome ao Senado a ser dado como certo na chapa de ACM Neto ao governo do Estado, o ex-deputado federal e ministro João Roma (PL) já não tem mais certeza de que será candidato no pleito deste ano. A especulação em torno da indicação de sua esposa, a deputada federal Roberta Roma, para a vice de Flávio Bolsonaro reforça a incerteza sobre o futuro eleitoral do presidente estadual do PL na Bahia. 


Lembrado como alguém muito próximo do ex-banqueiro Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, Roma estaria avaliando a possibilidade de não ser candidato para não prejudicar a campanha de Neto ao Palácio de Ondina. 


Uma possível compensação caso desistisse da candidatura no Estado seria indicar a sua esposa à vice de Flávio, uma posição muito disputada até agora entre aliados do bolsonarismo. Outra maneira de afastar o caso Master de ACM Neto e de João Roma seria lançar a candidatura do ex-ministro à Câmara dos Deputados. Ele também pode apoiar o ex-ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Aroldo Cedraz a deputado federal e indicar Roberta para ser ministra na Corte em 2027, caso Flávio Bolsonaro seja eleito. 


Outro acontecimento que teria "desanimado" o presidente do PL Bahia na disputa ao Senado foi a chegada de Angelo Coronel ao grupo. A análise é a de que Neto, mesmo ganhando a eleição, não conseguiria eleger os seus dois senadores. Neste contexto, a bolsa de apostas indica que Coronel teria vantagem sobre Roma.


Fonte: Política Livre 

Foto: Reprodução 

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