Adolfo Menezes admite desejo de ir para o TCM e revela que tem “palavra” de Jerônimo, Rui, Wagner e Otto sobre apoio

 




Ex-presidente da ALBA afirma que, se eleito para o tribunal, lançará esposa Denise Menezes como candidata a deputada estadual em 2026; destaca trajetória política da família e nega ter condicionado apoio ao governo em troca de cargos.


O ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) e atual deputado estadual Adolfo Menezes (PSD) revelou, em entrevista, que tem o desejo de disputar uma vaga no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e afirmou contar com o apoio das principais lideranças do grupo governista. Segundo ele, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) , o senador Jaques Wagner (PT) , o ministro Rui Costa (PT) , o senador Otto Alencar (PSD) e a presidente da ALBA, Ivana Bastos (PSD) , já teriam dado “a palavra” de que apoiarão sua candidatura.


“O que eu posso te falar é que eu tenho a palavra do governador, do senador Jaques Wagner, do ministro Rui Costa, do senador Otto Alencar e da presidente Ivana Bastos. Eu tenho a palavra de todos de que eu irei disputar, claro que a vaga depende dos deputados, que vão me eleger ou não”, afirmou.


Sucessão


Adolfo Menezes adiantou que, se for eleito para o TCM, sua esposa, Denise Menezes, será lançada como candidata a deputada estadual em seu lugar. Ele fez questão de destacar a trajetória política da família para justificar a escolha.


“Caso aconteça, caso eu seja eleito, é claro que eu colocarei a minha esposa, Denise Menezes, como candidata. É bom que se saiba que ela não é só esposa de um deputado. Ela tem, entre a época que namorava comigo e a época de casada, 18 eleições acompanhando de perto. Ela tem todas as condições”, declarou.


O deputado enumerou o histórico eleitoral da família para demonstrar a experiência de Denise: três eleições do pai, duas suas como prefeito, duas da irmã, uma dela própria, seis como deputado, duas do irmão, uma do primo e uma do vizinho – totalizando 18 eleições de envolvimento direto.


Fidelidade


Adolfo Menezes também fez questão de rebater qualquer insinuação de que teria condicionado seu apoio ao governo em troca de uma vaga no tribunal. Ele citou exemplos de presidentes da ALBA que tiveram espaço no governo, a exemplo do ex-presidente Marcelo Nilo, que indicou aliado para o tribunal, secretários e presidente de órgãos, como o da Embasa na gestão de Jaques Wagner.


“Primeiro, é bom que se diga claro: em hora nenhuma da minha vida eu condicionei a fazer algum trabalho, ajudar o governo, a troca de nada. Nunca, em nenhum momento da minha vida política, eu condicionei a nada”, destacou o político.


“Hora nenhuma eu exigi nada, como não exigi e nem toquei no assunto para condicionar absolutamente nada. Mas desde lá de trás, já tenho muitos anos na política, claro que seria uma honra fazer parte do Tribunal de Contas”, concluiu.



Fonte: Site OFF NEWS 

Foto: Reprodução 

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