“A consolidação do nosso nome na disputa pelo Senado está incomodando muita gente”, diz João Roma

 




O ex-ministro da Cidadania e presidente do PL na Bahia, João Roma, afirmou nesta sexta-feira (27) que a decisão da CPI do Crime Organizado de convocá-lo para prestar depoimento tem motivação política e não possui fundamento técnico. Em publicação nas redes sociais, Roma disse não ter “absolutamente nenhuma relação” com o caso investigado e classificou a convocação como parte de um movimento claramente político.


“A CPI do Crime Organizado decidiu convocar a mim e ao ministro Paulo Guedes para prestar depoimento num caso em que não temos absolutamente nenhuma relação, num movimento claramente político sem qualquer fundamento minimamente razoável”, afirmou.


Roma lembrou que o próprio relator da comissão declarou que não há investigação formal contra seu nome. Para o ex-ministro, a iniciativa faz parte de uma estratégia do PT para desviar o foco de problemas da atual gestão.


“O que a gente observa é que o PT busca criar uma cortina de fumaça para tentar construir narrativas fantasiosas e esconder seus desmandos. Modus operandi típico dos petistas”, afirmou.


O ex-ministro também criticou o que chamou de uso político da comissão parlamentar de inquérito. “A CPI deve cumprir seu papel com responsabilidade, imparcialidade e respeito às instituições. O que não é admissível é que um instrumento legítimo de investigação seja utilizado como ferramenta de perseguição política e de distorção dos fatos”, declarou.


Roma vinculou a convocação ao cenário eleitoral na Bahia, onde articula candidatura ao Senado em 2026. Segundo ele, o movimento de mudança no Estado estaria incomodando adversários. “Está muito claro que a consolidação do nosso nome na disputa pelo Senado está incomodando muita gente. Mas essa perseguição não vai nos tirar do foco de livrar a Bahia das garras do PT”, concluiu.


Fonte: Site OFF NEWS 

Foto: Reprodução 

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