VEJA A LISTA DE NOMES QUE DEVEM DEIXAR O GOVERNO PARA DISPUTAR AS ELEIÇÕES 2026

 




Além da campanha e da votação, as eleições são marcadas por um longo processo que envolve diversos prazos a serem cumpridos sob pena de, em alguns casos, gerar punições severas conforme a legislação eleitoral. Um desses tem como foco os ministros de governo ou os secretários de Estado que pretendem concorrer a um cargo eletivo no dia 4 de outubro, quando o pleito acontece em primeiro turno.


Segundo a Lei Complementar 64/1990, que fala sobre as inelegibilidades, o prazo para que agentes públicos deixem o governo para não ficarem impossibilitados de concorrerem nas eleições é de até seis meses antes do primeiro turno. Em 2026, será no dia 4 de abril. Como a data cai em um sábado, é possível que esse prazo possa se estender para o primeiro dia útil seguinte, no caso, 6 de abril, uma segunda-feira.


No governo Lula (PT), pelo menos 20 dos 38 ministros devem deixar seus cargos até abril, caso cumpram o prazo previsto na legislação eleitoral. Veja lista:


Ministro da Casa Civil, Rui Costa, – cotado para o senado na Bahia

Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia – cotado para o Senado em Minas Gerais;

André de Paula, ministro da Pesca – cotado para a Câmara em Pernambuco;

André Fufuca, ministro dos Esportes – cotado ao Senado pelo Maranhão;

Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial – cotada para â Câmara ou Senado pelo Rio de Janeiro;

Carlos Fávaro, ministro da Agricultura – cotado ao Senado por Mato Grosso;

Fernando Haddad, ministro da Fazenda – cotado para o governo de São Paulo ou Senado;

Geraldo Alckmin, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços – cotado para vice-presidência, Senado ou governo de São Paulo;

Gleisi Hoffmann, ministra de Relações Institucionais – cotada para a Câmara pelo Paraná;

Jader Filho, ministro das Cidades – cotado para a Câmara pelo Pará;

Luiz Marinho, ministro do Trabalho – cotado para a Câmara por São Paulo;

Macaé Evaristo, ministra dos Direitos Humanos – cotada para a Assembleia de Minas Gerais;

Márcio França, ministro do Empreendedorismo – cotado para o governo de São Paulo;

Marina Silva, ministra do Meio Ambiente – cotada para Câmara ou Senado por São Paulo;

Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário – cotado para Câmara por São Paulo;

Renan Filho, ministro dos Transportes – cotado para o governo de Alagoas;

Silvio Costa Filho, ministro dos Portos e Aeroportos – cotado ao Senado por Pernambuco;

Simone Tebet, ministra do Planejamento – cotada ao Senado por São Paulo ou Mato Grosso do Sul;

Sônia Guajajara, ministra dos Povos Indígenas – cotada à Câmara por São Paulo;

Waldez Góes, ministro do Desenvolvimento Regional – cotado ao Senado pelo Amapá;

Wolney Queiroz, ministro da Previdência – cotado à Câmara por Pernambuco

Na Bahia, a movimentação deve ser a mesma no secretariado do governador Jerônimo Rodrigues (PT), com ocupantes de pastas se desincompatibilizando para renovar seus mandatos na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) ou na Câmara dos Deputados.



Confira a lista:


Afonso Florence, secretário da Casa Civil – Câmara dos Deputados;

Angelo Almeida, secretário de Desenvolvimento Econômico – Alba;

Fabya Reis, secretária de Assistência e Desenvolvimento Social – Alba;

Jusmari Oliveira, secretária de Desenvolvimento Urbano, Alba;

Neusa Cadore, secretária de Políticas para as Mulheres – Alba;

Osni Cardoso – secretário de Desenvolvimento Rural – Alba;

Pablo Barrozo, secretário da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura – Alba;

Roberta Santana, Secretaria de Saúde (Sesab) – Alba ou Câmara;

Rowenna Brito, secretaria de Educação (SEC) – Alba.


Fonte: Bahia Econômica 

Foto: Reprodução 

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